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Foto Reprodução |
Com 71% de obras concluídas na Fase 1, a ferrovia Transnordestina está com recurso assegurado para dar continuidade e celeridade ao cronograma de obras no Ceará. A afirmação foi dada pelo ministro da Casa Civil do Governo Federal, Rui Costa, que esteve nesta quinta-feira (14) em Piquet Carneiro, no Sertão Central cearense, vistoriando as obras no estado. A visita técnica foi acompanhada pelo governador do Ceará, Elmano de Freitas; a vice-governadora Jade Romero; o presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara; a senadora Augusta Brito; os diretores da Transnordestina Logística, Edison Coelho e Alex Augusto Sanches; e outras autoridades.
Com 71% de obras concluídas na Fase 1, a ferrovia Transnordestina está com recurso assegurado para dar continuidade e celeridade ao cronograma de obras no Ceará. A afirmação foi dada pelo ministro da Casa Civil do Governo Federal, Rui Costa, que esteve nesta quinta-feira (14) em Piquet Carneiro, no Sertão Central cearense, vistoriando as obras no estado. A visita técnica foi acompanhada pelo governador do Ceará, Elmano de Freitas; a vice-governadora Jade Romero; o presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara; a senadora Augusta Brito; os diretores da Transnordestina Logística, Edison Coelho e Alex Augusto Sanches; e outras autoridades.
O objetivo é que a entrega da Fase 1 da ferrovia ocorra até 2027 e até 2029, a Fase 2. Para isso, a ferrovia receberá o aporte de R$ 3,6 bilhões, mediante crédito do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). Na última semana, a Sudene autorizou o Banco do Nordeste a assinar o aditivo junto à Transnordestina Logística (TLSA), concessionária responsável pelo trecho que vai de Eliseu Martins, no Piauí, ao Porto do Pecém, no Ceará.
O governador Elmano de Freitas destacou o impacto do empreendimento para reduzir custos, aumentar a produtividade e competitividade, principalmente no Ceará. “Essa região será outra com a Transnordestina. Esse trem é como se passasse 240 carretas emendadas uma na outra. A ferrovia vai possibilitar, por exemplo, trazer insumo para toda a bacia leiteira. Também soja e milho mais baratos para os produtores de leite da região. As fábricas de calçados vão exportar a produção com um frete muito mais barato, com um trem de carga muito grande, que vai baratear os custos dessas empresas e que também nos permite atrair outras empresas para essa região, assim como para o Cariri e para o Centro-Sul”.
De acordo com Rui Costa, há expectativa para integrar, na fase 3, a Transnordestina à ferrovia Norte-Sul, que liga o Maranhão ao Porto de Santos, em São Paulo. O objetivo é integrar portos nos estados do Maranhão, Ceará, Pernambuco, Bahia e São Paulo. “O presidente Lula concluiu a Norte-Sul. E para a gente integrar a malha ferroviária e portuária, é preciso que essa ferrovia [Transnordestina], depois que estiver pronta essa etapa, falta só um pedaço muito pequeno para conectá-la à [ferrovia] Norte-Sul. Donos de cargas poderiam, portanto, optar pelo custo logístico mais barato”, acrescentou.
Desde o seu início, a Transnordestina já movimentou mais de R$ 7,5 bilhões, gerando emprego e renda.
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